sábado, 24 de março de 2012

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quarta-feira, 7 de março de 2012

Rock in Rio desembarcará em Buenos Aires em 2013 (Postado por Erick Oliveira)

A Argentina será o segundo país da América do Sul a acolher o Rock in Rio, após o pré-acordo alcançado entre a organização do evento e o Governo de Buenos Aires, que terá a sua primeira edição em setembro de 2013.
A informação foi antecipada à Agência Efe pelo presidente e criador do festival, Roberto Medina, que apontou a cooperação institucional, a proximidade com o Rio de Janeiro e a íntima relação da Argentina com a música como as principais razões para a escolha de Buenos Aires como o novo destino de um dos maiores eventos de música, lazer e entretenimento do mundo.
"A Argentina tem uma relação muito antiga com o Rock in Rio por sua proximidade com o Brasil", indicou Medina.
Em sua última edição na Cidade Maravilhosa, em setembro e outubro passados, o Rock in Rio celebrou sete dias de festival, com um público total de 700 mil pessoas, gerando para a cidade US$ 460 milhões, segundo números da Prefeitura.
Medina destacou que tanto o governador de Buenos Aires, Mauricio Macri, como seu ministro da Cultura, Hernán Lombardi, mostraram uma "rápida compreensão" sobre o impulso econômico e o impacto mundial em termos de imagem que representa a marca Rock in Rio.
O festival chegará à capital argentina no final de setembro, poucos dias depois da realização de sua edição carioca, pelo que haverá coincidências na programação, com eventuais intercâmbios musicais.
"Antes de mais nada se trata de oferecer boa música", afirmou o criador do festival, que, após sua incursão há anos na Europa, pretende chegar aos Estados Unidos em breve.
"A ideia é que se torne tão importante para a música como a Copa do Mundo é para o futebol, com muita qualidade em todos os aspectos", desde o gramado às lojas, desde o transporte à infraestrutura.
O Parque da Cidade, um espaço de 200 mil metros quadrados que esteve fechado nos últimos 30 anos e que fica a 15 minutos do centro, será a sede da quarta Cidade do Rock do mundo, depois das de Rio de Janeiro, Lisboa e Madri, com capacidade para receber 100 mil por dia.
Segundo a organização do Rock in Rio, foi assinado com as autoridades o chamado "Protocolo de intenções" no qual são expostas as condições necessárias para a realização deste evento e, em um período de 60 a 90 dias, será editado o contrato definitivo.
A designação de Buenos Aires como nova sede não descarta a eventual organização do festival em outras cidades do continente americano.
Medina disse que espera iniciar em breve conversas com o Peru, que se mantêm as negociações com o México, onde existem alguns problemas quanto à localização da Cidade do Rock, e que Bogotá, a candidatura que mais progride, pode se tornar sede em 2014.
Antes disso, em 2012, o Rock in Rio passará por Lisboa e Madri entre os meses de maio e julho, com apresentações de Bruce Springsteen, Red Hot Chili Peppers, Maroon 5, Lenny Kravitz e David Guetta, entre outros.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Terremoto de magnitude 6,1 atinge Santiago del Estero, na Argentina (Postado por Erick Oliveira)

Um forte terremoto de magnitude 6,1atingiu nesta segunda-feira (5) a cidade de Santiago del Estero, na Argentina, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Santiago del Estero fica localizado no centro-norte do país e tem uma população de cerca de 245 mil. Ainda não há informações oficiais sobre danos ou vítimas. O tremor ocorreu a uma profundidade de 550 km.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012


Acidente de trem em Buenos Aires deixa 50 mortos e 675 feridos

A investigação do incidente foi aberta. Funcionária da linha férrea afirmou que "os freios falharam por causa da falta de investimento"

Acidente de trem deixa pelo menos 600 feridos, na Argentina
Acidente de trem deixa pelo menos 600 feridos, na Argentina - Juan Mabromata/AFP


















Um trem cheio de passageiros chocou-se na manhã de ontem contra a plataforma da estação Once de Buenos Aires deixando 50 pessoas mortas e 675 feridas, muitas delas retiradas das ferragens dos vagões destruídos.
"O total de mortos chega a 50", afirmou na quarta-feira à noite Claudio Avruj, subsecretário de Direitos Humanos do governo de Buenos Aires, ao receber os números mais recentes do necrotério e do cemitério de Chacarita.
A colisão ocorreu às 08H35 (09H36 de Brasília) da quarta-feira, no terminal Once da capital argentina, depois que o trem não conseguiu frear.
O acidente foi o terceiro mais grave da história ferroviária da Argentina, após as tragédias em Benavidez (periferia norte de Buenos Aires), com 236 mortos em 1970, e em Santa Fé, com 55 mortos em 1978.
"Há pessoas com fraturas e ensanguentadas. Os feridos são muitos", declarou um passageiro, que se identificou apenas como Ezequiel e que viajava no segundo vagão, onde é autorizado o embarque com bicicletas.
Um dos vagões chegou a entrar seis metros no outro, segundo as autoridades.
"Havia pessoas que gritavam de desespero. Vi corpos mutilados e muito sangue. As cabeças de alguns passageiros ficaram presas nas janelas", disse à imprensa, na estação, um dos passageiros, Alejandro Velázquez.
A composição, da companhia privada TBA, trazia à capital 2.000 pessoas, na estrada de ferro Sarmiento, e entrou sem frear na plataforma 2 da estação, a uma velocidade de 20 quilômetros por hora.
Feridos – O secretário de Saúde de Buenos Aires, Jorge Lemus, revelou "600 feridos nos hospitais, 200 deles graves", mas o último boletim das autoridades informava 675 feridos.
A presidente Cristina Kirchner suspendeu uma entrevista que concederia na Casa de Governo sobre o estado do conflito com o Reino Unido pelas Ilhas Malvinas.
"A composição entrou na estação a uma velocidade de 20 quilômetros por hora" sem frear, por causas que ainda são investigadas, disse o secretário de Transporte do governo, Juan Pablo Schiavi, ao descrever o acidente.
Cenas da televisão local mostraram o resgate do maquinista, preso entre as ferragens retorcidas da locomotiva, entre outros feridos que eram transportados em macas.
"Senti a explosão do choque. Foi um barulho muito forte. O trem não freou. Vi gente machucada no colo, braços, pernas", informou à TV Pedro Fuentes, um dos passageiros.
A linha ferroviária urbana Sarmiento opera com intensidade em uma distância de até 70 km e transporta diariamente a cerca de meio milhão de pessoas.
Mais de 20 ambulâncias do serviço de emergência foram incorporadas ao resgate e os feridos mais graves foram transportados num helicóptero da polícia que aterrissou na praça Once, em frente a estação.
"Há pessoas com fraturas e ensanguentadas. Os feridos são muitos", declarou um passageiro, que se identificou apenas como Ezequiel.
"O trem estava muito cheio. O impacto foi tremendo. Eu vinha num vagão em que se pode viajar com bicicleta. As pessoas estavam desesperadas para sair", contou Ezequiel.
Myriam, outra passageira, contou à rádio Plata o que aconteceu: "estava com meus filhos de 6 e 4 anos. Em um piscar de olhos estávamos no chão. Nem sei como saímos".
Investigações – A investigação do incidente foi aberta, mas Mónica Slotauer, responsável pela limpeza da linha Sarmiento, afirmou que "os freios falharam por causa da falta de investimento" nesta linha férrea. Os trens utilizados pela empresa são da década de 1960.
O último acidente ferroviário ocorrido na Argentina aconteceu no dia 18 de dezembro, quando uma locomotiva se chocou contra um trem repleto de passageiros parado numa estação da periferia sul da capital, o acidente deixou 17 feridos.
Em 13 de setembro de 2011, nove pessoas morreram e 212 ficaram feridas no choque de dois trens e um ônibus numa passagem de nível do bairro metropolitano de Flores, a oeste, em um dos episódios mais graves dos últimos anos.
(Com agência France-Presse)


Um trem cheio de passageiros chocou-se na manhã de ontem contra a plataforma da estação Once de Buenos Aires deixando 50 pessoas mortas e 675 feridas, muitas delas retiradas das ferragens dos vagões destruídos.
"O total de mortos chega a 50", afirmou na quarta-feira à noite Claudio Avruj, subsecretário de Direitos Humanos do governo de Buenos Aires, ao receber os números mais recentes do necrotério e do cemitério de Chacarita.
A colisão ocorreu às 08H35 (09H36 de Brasília) da quarta-feira, no terminal Once da capital argentina, depois que o trem não conseguiu frear.
O acidente foi o terceiro mais grave da história ferroviária da Argentina, após as tragédias em Benavidez (periferia norte de Buenos Aires), com 236 mortos em 1970, e em Santa Fé, com 55 mortos em 1978.
"Há pessoas com fraturas e ensanguentadas. Os feridos são muitos", declarou um passageiro, que se identificou apenas como Ezequiel e que viajava no segundo vagão, onde é autorizado o embarque com bicicletas.
Um dos vagões chegou a entrar seis metros no outro, segundo as autoridades.
"Havia pessoas que gritavam de desespero. Vi corpos mutilados e muito sangue. As cabeças de alguns passageiros ficaram presas nas janelas", disse à imprensa, na estação, um dos passageiros, Alejandro Velázquez.
A composição, da companhia privada TBA, trazia à capital 2.000 pessoas, na estrada de ferro Sarmiento, e entrou sem frear na plataforma 2 da estação, a uma velocidade de 20 quilômetros por hora.
Feridos – O secretário de Saúde de Buenos Aires, Jorge Lemus, revelou "600 feridos nos hospitais, 200 deles graves", mas o último boletim das autoridades informava 675 feridos.
A presidente Cristina Kirchner suspendeu uma entrevista que concederia na Casa de Governo sobre o estado do conflito com o Reino Unido pelas Ilhas Malvinas.
"A composição entrou na estação a uma velocidade de 20 quilômetros por hora" sem frear, por causas que ainda são investigadas, disse o secretário de Transporte do governo, Juan Pablo Schiavi, ao descrever o acidente.
Cenas da televisão local mostraram o resgate do maquinista, preso entre as ferragens retorcidas da locomotiva, entre outros feridos que eram transportados em macas.
"Senti a explosão do choque. Foi um barulho muito forte. O trem não freou. Vi gente machucada no colo, braços, pernas", informou à TV Pedro Fuentes, um dos passageiros.
A linha ferroviária urbana Sarmiento opera com intensidade em uma distância de até 70 km e transporta diariamente a cerca de meio milhão de pessoas.
Mais de 20 ambulâncias do serviço de emergência foram incorporadas ao resgate e os feridos mais graves foram transportados num helicóptero da polícia que aterrissou na praça Once, em frente a estação.
"Há pessoas com fraturas e ensanguentadas. Os feridos são muitos", declarou um passageiro, que se identificou apenas como Ezequiel.
"O trem estava muito cheio. O impacto foi tremendo. Eu vinha num vagão em que se pode viajar com bicicleta. As pessoas estavam desesperadas para sair", contou Ezequiel.
Myriam, outra passageira, contou à rádio Plata o que aconteceu: "estava com meus filhos de 6 e 4 anos. Em um piscar de olhos estávamos no chão. Nem sei como saímos".
Investigações – A investigação do incidente foi aberta, mas Mónica Slotauer, responsável pela limpeza da linha Sarmiento, afirmou que "os freios falharam por causa da falta de investimento" nesta linha férrea. Os trens utilizados pela empresa são da década de 1960.
O último acidente ferroviário ocorrido na Argentina aconteceu no dia 18 de dezembro, quando uma locomotiva se chocou contra um trem repleto de passageiros parado numa estação da periferia sul da capital, o acidente deixou 17 feridos.
Em 13 de setembro de 2011, nove pessoas morreram e 212 ficaram feridas no choque de dois trens e um ônibus numa passagem de nível do bairro metropolitano de Flores, a oeste, em um dos episódios mais graves dos últimos anos.
(Com agência France-Presse)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Choque no solo entre aviões da Gol e da Lan causa susto na Argentina (Postado por Lucas Pinheiro)

Um avião da Gol se chocou com outro da Lan na manhã desta segunda-feira (13) no Aeroparque, um dos aeroportos da cidade de Buenos Aires. A informação foi confirmada por nota pela aérea brasileira. Não houve feridos.

Segundo a Gol, o incidente ocorreu após o pouso de seu voo G3 7678, que chegava de São Paulo (Guarulhos) e estava sendo taxiado até o finger para o desembarque. A aeronave da Lan estaria fazendo o "pushback", procedimento em que um trator empurra o avião de ré para que ele siga para a decolagem.

O avião da Lan estaria em uma área além da delimitada para o "pushback", o que teria ocasionado o incidente. O voo Lan 4022 tinha como destino a cidade de Iguazú, também na Argentina.

"Os 175 clientes foram desembarcados em segurança, ilesos. A aeronave está passando por uma inspeção. As causas da ocorrência ainda estão sendo investigadas", disse a Gol em comunicado, informando que prestou toda a assistência necessária a seus passageiros.

O choque foi entre a ponta de uma asa do avião da Gol e a traseira da aeronave da empresa chilena.